leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/tag/dicas/O site do seu CarroTue, 30 Jul 2019 16:28:13 +0000pt-BR hourly 1 https://www.xzlianzheng.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-18446574_1444635502266518_5115625336242218808_n-32x32.pngleaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/tag/dicas/3232leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/dicas-de-como-cuidar-do-carro-antigo/https://www.xzlianzheng.com/dicas-de-como-cuidar-do-carro-antigo/#commentsFri, 26 Jul 2019 16:53:28 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=42608Quer enveredar pelo antigomobilismo? Saiba o que fazer para manter a saúde de seu veículo de coleção em dia E m um passado não muito distante, no Brasil, o antigomobilismo era um hobby restrito a um pequeno grupo de pessoas abastadas. E não era por menos! Até os anos 90, a proi­bição das importações tornava […]

The post Dicas de como cuidar do carro antigo appeared first on leaowebc.

]]>

Quer enveredar pelo antigomobilismo? Saiba o que fazer para manter a saúde de seu veículo de coleção em dia

E m um passado não muito distante, no Brasil, o antigomobilismo era um hobby restrito a um pequeno grupo de pessoas abastadas. E não era por menos! Até os anos 90, a proi­bição das importações tornava impossível a vinda de veículos clássicos. Logo, o valor dos ve­teranos que já se encontravam aqui era alto.

Pelas mesmas razões, o custo de aquisição das peças de reposição e ferramentas especiais era elevadíssimo. Para piorar as coisas, como não havia internet, a circulação da informação técnica também era restrita. Assim, montar e manter uma coleção de veículos antigos custava caro.

Mas o tempo passou, vieram a abertura do mercado, internet para troca de informações téc­nicas e programas de TV especializados em res­tauração de antigos. O governo também fez a sua parte: criou a “placa preta” para carros de coleção e suas respectivas vantagens.

O veículo antigo, apesar de ser mais simples e aparentar maior robustez do que os fabricados na atualidade, exige uma série de ações para perma­necer com boa saúde e aparência. É como cuidar de uma pessoa idosa. Ele precisa de carinho. Por exemplo:

Banho de sol

Ele é primordial para a manutenção da saúde de um veículo antigo. Mas cuidado com a dosagem. O excesso provoca queimaduras na pintura. Prin­cipalmente daquelas baseadas em laca (nitroce­lulose ou acrílica). Ajuda aplicar uma camada de cera protetora. Mas evitar a exposição extrema ainda é a melhor solução.

O mesmo ocorre nos materiais do acabamen­to interno. As altas temperaturas que a carroçaria do veículo atinge ao ser deixado por muito tempo exposto ao sol também tendem a acelerar o pro­cesso de deterioração de plásticos e borrachas.

Assim como o excesso, a falta de sol também é prejudicial. Os raios solares são importantíssi­mos para a prevenção da formação de fungos no interior do veículo (bolor). Uma moderada exposi­ção a luz do dia evitará o transtorno.

Atividade física

Assim como os excessos na prática de atividades físicas podem provocar desgaste prematuro, a fal­ta também provoca consequências indesejáveis. O veículo foi feito para rodar. Durante uma imo­bilização prolongada tem-se o escoamento dos lubrificantes para o fundo dos reservatórios. Ou seja, uma parte dos mecanismos (que nunca se encontram totalmente emergidos em lubrificante) fica desprotegida e sujeita à ação do oxigênio do ar (corrosão). Esse fenômeno pode ocorrer nos motores, diferenciais e caixas de mudança, caixas de transferência e sistemas hidráulicos. A graxa dos rolamentos, quando não são movimentados, começa a endurecer.

Retentores de eixo que não giram tendem a deformar e vazar. Isso ocorre nas caixas de mar­cha (manual ou automática), eixo de manivelas e mancal traseiro de motor, diferenciais, bombas d’água, caixas de transferência, entre outros itens. Algo parecido ocorre com os pneus que perma­necem sempre na mesma posição: ficam “qua­drados”. Caso a imobilização por longos períodos seja inevitável, recomenda-se elevar o veículo e apoiá-lo em cavaletes. Vale lembrar que os pneus têm prazo de validade, o qual gira em torno de cinco anos.

Mas não basta apenas ligar o motor e deixá-lo funcionando em marcha lenta até aquecer. O motor precisa fazer um pouco de força. Ou seja, um passeio de 30 minutos toda a semana só fará bem à saúde do seu veterano.

Higiene

Excesso de poeira sobre a carroçaria provoca riscos na pintura, que precisará ser polida posteriormente. O que acaba por desgastá-la. O uso de uma capa com revestimento macio auxilia na conservação.

A lavagem é permitida, mas com os produtos cer­tos. Devem ser evitados solventes a base de petró­leo (atacam a pintura e as borrachas) e jatos de alta pressão (que podem deformar a lataria, provocar infil­trações ou mesmo arrancar a pintura). Xampú neutro, esponja macia e enxágue com água a baixa velocida­de é o que há de melhor. Para enxugar, nada melhor do que uma boa camurça. Não deixe água acumu­lada em frestas, canaletas, sob os frisos (use jatos moderados de ar comprimido para secar) e comparti­mentos fechados.

O interior também precisa ser mantido limpo. Ex­cesso de sujeira acaba por encardir o acabamento. Use sempre produtos neutros.

Aplicação de silicone e outros produtos similares sobre esses materiais? Nem pensar. Alguns desses produtos podem ser agressivos.

Sim, é possível lavar o motor, mas desde que ele esteja frio e o procedimento seja feito por um profis­sional. Devem ser usados desengraxantes biode­gradáveis, protegendo devidamente as entradas de ar, conexões elétricas e centrais eletrônicas. Cuidado com os jatos de água muito fortes: eles podem arrancar as etiquetas de identificação do motor e do seu compartimento. Após lavar, seque tudo muito bem com ar comprimido.

Nada de pulverizar o motor ou a parte inferior do veículo com óleo. Ele deteriora os componen­tes de borracha. Produtos abrilhantadores para pneus e capotas de vinil? Esqueça! Eles provocam ressecamento a médio e longo prazo.

Os cromados devem ser encerados da mesma forma como se faz com a pintura.

Polimento

Somente em caso de extrema necessidade. Deve ser feita por profissional e com produtos de primei­ra linha. Não economize nesse item. A repintura sai mais caro.

Alimentação adequada

Este é um dos problemas mais comuns dos carros antigos “sedentários”. O combustível, em contato com o oxigênio do ar, deteriora com o tempo. Lo­go, deve ser sempre renovado no tanque. A ga­solina tende a formar uma espécie de “goma mal cheirosa”. Se queimada dentro do motor, pode provocar a colagem das válvulas em suas sedes quando for desligado.

Já o etanol pode formar compostos ácidos e um resíduo gelatinoso que entope as galerias dos carburadores. A solução é usar o combustível en­quanto novo e sempre renová-lo.

Para minimizar os efeitos da deterioração da gasolina recomenda-se o uso de gasolina pre­mium, que possui aditivos antioxidantes em maior quantidade. Além de não prejudicar os motores de taxa de compressão mais baixa. O mesmo ocorre com o etanol aditivado.

Cuidados médicos

Além de exercitado, bem alimentado e asseado, o idoso também precisa ter a sua saúde periodica­mente checada e ser adequadamente medicado quando necessário.

Lubrificantes

Os lubrificantes devem ser os recomendados ao modelo e respectivos compartimentos. É permiti­do o uso de lubrificantes mais modernos, de cate­goria de serviço mais elevada.

O mesmo se pode dizer com relação às bases sintéticas ou semi-sintéticas. Quanto maior o grau API mais proteção o produto oferece ao motor. Agora, viscosidades muito diferentes da recomen­dada podem trazer problemas de lubrificação em temperaturas extremas. Melhor não arriscar. Essa observação também é válida para os lubrificantes de transmissão, diferencial e direção hidráulica.

Não é recomendável completar óleo de uma marca sobre a outra. Os aditivos de ambos os produtos podem reagir quimicamente entre eles e causar problemas de lubrificação.

Um outro fator importante é o tempo de per­manência do lubrificante dentro do compartimen­to. Assim como o combustível, o lubrificante, em contato com o oxigênio do ar, deteriora. Caso a quilometragem de troca de um determinado lubri­ficante não seja atingida em 6 meses, recomenda­-se a troca. O mesmo raciocínio deve ser aplicado aos fluidos de freio e aditivos de radiador. Mas o período é um pouco maior: 1 ano a 2 anos.

Graxa onde for necessário

Alguns modelos têm pivôs e cruzetas sem lubrifi­cação permanente. Logo precisam ser engraxa­dos periodicamente. É só conferir se a peça tem o “bico engraxador”.

Peças adequadas

Adaptações? Nem pensar! Se a peça genuína não estiver disponível (nacional ou importada) op­tar pela original ou, em último caso, as paralelas. Fazer adaptação é puxar o pino de uma granada de tempo. Cedo ou tarde ela acaba explodindo na sua mão. È melhor ter paciência e procurar a me­lhor a peça certa.

Manutenção preventiva

O veículo roda pouco deve passar por revisões preventivas. Essa é a única forma de mantê-lo confiável.

Reaperto de abraçadeiras e mangueiras, tro­ca de correias, velas e cabos, tampas e rotor de distribuidor, condensador, platinado, tampa do ra­diador, e filtros são essenciais. Da mesma forma, a regulagem de válvulas e revisão e regulagem do carburador e do distribuidor em função da quilo­metragem recomendada.

No entanto, é sempre bom fazer um check-up completo após uma parada prolongada, antes de sair para um passeio mais longo.

Repouso adequado

O veículo antigo não exige muito do seu local de descanso. Um local coberto, arejado, e bem ilu­minado, mas protegido de umidade excessiva é o suficiente.

*Fernando Landulfo é professor de engenharia mecânica da FMU e consultor técnico das Revis­tas CARRO e O Mecânico

The post Dicas de como cuidar do carro antigo appeared first on leaowebc.

]]>
https://www.xzlianzheng.com/dicas-de-como-cuidar-do-carro-antigo/feed/2
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/correia-de-acessorios-movimento-constante/Tue, 16 Apr 2019 14:55:16 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=23908Correia de acessórios é o componente responsável por acionar itens essenciais para o funcionamento do veículo Nem todo motor usa correia para o sincro­nismo, mas todo motor tem uma correia auxiliar para movimentar pelo menos o alternador. Essa correia auxiliar é popu­larmente chamada de correia de acessó­rios e, dependendo de cada projeto, existe uma ou […]

The post Correia de acessórios: Movimento constante appeared first on leaowebc.

]]>

Correia de acessórios é o componente responsável por acionar itens essenciais para o funcionamento do veículo

Nem todo motor usa correia para o sincro­nismo, mas todo motor tem uma correia auxiliar para movimentar pelo menos o alternador. Essa correia auxiliar é popu­larmente chamada de correia de acessó­rios e, dependendo de cada projeto, existe uma ou mais delas para transmitir o movimento da polia do virabrequim para itens como o já citado alternador, compressor do sistema de ar condi­cionado, bomba d’água e, quando houver, dire­ção hidráulica.

Ao contrário da correia sincronizadora, que é movimentada pelo contato dos dentes, a transmissão de força das polias para a correia de acessórios acontece por atrito de suas es­trias (ou frisos) contra as polias. Sua construção e formato dessa face estriada dividem as cor­reia de acessórios em dois tipos. Uma é a cor­reia “V”, adotada por propulsores mais antigos e projetos mais simples. A outra é chamada de “Poly-V” ou “Micro-V”, dependendo da fabrican­te, e se diferencia por ser mais larga e conter várias estrias que entram em contato com as polias. Mais uma vez, a adoção de cada uma depende da idade do projeto do motor e dos sistemas que ele abriga.

Preventiva sempre

Não bobeie com a correia de acessórios. Como raramente possuem capas, elas rodam expos­tas debaixo do capô e podem ser diretamente afetadas por sujeira, terra, contaminações por óleo e/ou derivados de petróleo e sofrem gran­des variações de temperatura no compartimen­to do motor. Estas condições conduzem a enve­lhecimento e desgaste. Se a correia movimentar a bomba d’água, seu rompimento pode até cau­sar problemas críticos de superaquecimento ao motor pela falha no arrefecimento.

A correia de acessórios não altera o compor­tamento do motor quando começa a apresentar defeitos estruturais, portanto, a única forma de evitar esses problemas é inspecionar preventiva­mente as condições da correia a cada revisão.

“O primeiro sinal de problema é o resseca­mento”, informa o professor de engenharia me­cânica da FMU, Fernando Landulfo. O resseca­mento é indicado por rachaduras e trincas no dorso da correia, assim como nas correias de sincronismo. “Esse ressecamento também po­de ser percebido nas estrias das correias Poly V. As mesmas também apresentam pequenas fis­suras. Nas correias V pode-se notar o desgaste na lateral assim como trincas no perfil”, aponta Landulfo, que também é consultor técnico das revistas CARROeO Mecânico.

Outro fator que denuncia problemas pre­cocemente é o ruído, principalmente nas Poly V. Um chiado agudo e chato, que muita gente tenta resolver passando spray desengripante ou até cera de vela, mas o ruído vem justamente da patinação da correia causada pela baixa tensão. “Jamais lubrifique correias barulhentas com óleo desengripante ou outro produto não recomendado pelos fabricantes, sob risco de ataque químico e di­minuição rápida da vida útil da correia”, adverte o especialista.

Salvo alguma observação especial no manual do proprietário, as correias de acessórios devem ser examinadas visualmente a cada 10 ou 15 mil km. O período de substituição varia de carro para carro, de motor para motor, por isso, é imperativo consultar o manual do veículo para se informar.

Na troca da correia, tensionadores e polias de apoio também devem ser substituídos. Empurrote­rapia? Nada disso. Tensionadores desgastados po­dem levar a correia a trabalhar com tensões baixas e, além do ruído, causar ruptura de suas estrias. Polias de acionamento ou apoio desalinhadas vão forçar a correia, que começará a se desgastar nas laterais e, com o tempo, se romper. Já o excesso de tensão pode provocar sobrecarga nos mancais dos acessórios movidos e consequente desgaste pre­maturo dos rolamentos.

Ainda há correias de acessórios elásticas, que não trabalham apoiadas em tensionadores. Neste caso, a atenção na inspeção deve ser ainda maior para manter sua integridade.

The post Correia de acessórios: Movimento constante appeared first on leaowebc.

]]>
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/confira-10-procedimentos-para-se-realizar-na-hora-de-um-acidente-de-transito/https://www.xzlianzheng.com/confira-10-procedimentos-para-se-realizar-na-hora-de-um-acidente-de-transito/#commentsMon, 25 Mar 2019 18:02:21 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=23553Estar no trânsito é estar automaticamente exposto a possíveis acidentes e, consequentemente, a ação de cada envolvido irá refletir de forma negativa ou positiva no fluxo de veículos e na vida dos possíveis feridos. Nesse cenário, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran/SP) separou os dez principais procedimentos que devem ser adotados pelos […]

The post Confira 10 procedimentos para se realizar na hora de um acidente de trânsito appeared first on leaowebc.

]]>

Estar no trânsito é estar automaticamente exposto a possíveis acidentes e, consequentemente, a ação de cada envolvido irá refletir de forma negativa ou positiva no fluxo de veículos e na vida dos possíveis feridos. Nesse cenário, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran/SP) separou os dez principais procedimentos que devem ser adotados pelos cidadãos nestas situações:

 

  1. O primeiro passo é manter a calma e verificar se existem vítimas no local. Se existirem pessoas acidentadas, é preciso acionar os serviços de emergência conforme a necessidade: Polícia Militar (190), Polícia Rodoviária Federal (191), SAMU (192) e Bombeiros (193).
  2. Para evitar que novos acidentes ocorram, é importante sinalizar o espaço da colisão. Após ligar o pisca-alerta, deve-se posicionar o triângulo em uma distância de no mínimo 30 metros. Para ampliar a segurança, orienta-se que leve em conta também a velocidade permitida na via. Por exemplo: se a velocidade máxima for de 70 km, é bom colocar o triângulo 70 m distante do veículo. Um passo longo pode ser equiparado a 1 km, mas é bom dar alguns a mais para uma margem de segurança. Se for dia de chuva ou tiver neblina na pista, deve-se dobrar a distância de posicionamento do triângulo.
  3. Em caso de acidente com vítimas, é necessário preservar o local e esperar a chegada do socorro médico e da polícia, que registrará a ocorrência. É de extrema importância não movimentar os feridos, pois um atendimento inadequado pode deixar graves sequelas.
  4. Se houver vítimas fatais, condutores embriagados ou danos ao patrimônio público, o local deve ser preservado e a remoção dos veículos não deve ocorrer, pois há necessidade de realização da perícia e da autorização de liberação dos órgãos policiais.
  5. Se não houver vítimas, é preciso retirar os veículos da via para não interromper o tráfego do momento e evitar novos acidentes. Deixar de retirar os veículos envolvidos em acidentes sem vítimas, segundo o artigo 178 do CTB, é infração média com multa no valor de R$ 130,16 e quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
  6. Caso não seja possível mover os veículos para o acostamento, os serviços de guincho de trânsito das prefeituras ou órgãos rodoviários, dependendo da local, devem ser acionados para promover a retirada.
  7. O registro de um Boletim de Ocorrência em casos de acidentes de trânsito sem vítimas ou danos ao patrimônio público fica por conta do interesse dos envolvidos. Ou seja, não é obrigatório em todas as situações. Algumas informações importantes para o registro são: fotos dos danos, dados dos condutores e dos veículos envolvidos, além do endereço do local, dia e horário do ocorrido.
  8. Caso seja segurado, o acionamento da seguradora privada deve seguir as exigências estipuladas pela empresa (como, por exemplo, a apresentação de documentos, vistorias e/ou boletins de ocorrência). Já para pedido de reembolso de despesas médicas e hospitalar ou indenização em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial por danos físicos causados por acidentes, é necessário acionar a Seguradora Líder, responsável pelo seguro DPVAT.
  9. Demais motoristas que estiverem transitando pelo local e presenciarem um acidente devem continuar normalmente seus trajetos, caso não seja solicitada ajuda. A curiosidade de outros condutores pode atrapalhar a ação de quem estiver trabalhando. Nada de usar o celular para tirar fotos ou filmar o acidente, pois conduzir o veículo manuseando o aparelho, além de poder resultar em outro acidente, é infração gravíssima penalizada com multa de R$ 293,47 e sete pontos na CNH.
  10. Nunca seja omisso. Omissão de socorro é considerado crime de acordo com o artigo 135 do Código Penal, punido com detenção que pode variar de um a seis meses ou multa. Já o artigo 176 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê como infrações gravíssimas de trânsito, com fator multiplicador (multa no valor de R$ 1467,35): deixar de prestar ou providenciar socorro às vítimas, de preservar o local de crime ou deixar de colaborar para o registro da ocorrência. Além das infrações, pode ficar configurado também crime de trânsito, punido com detenção de seis meses a um ano, com base no artigo 304 do CTB.

The post Confira 10 procedimentos para se realizar na hora de um acidente de trânsito appeared first on leaowebc.

]]>
https://www.xzlianzheng.com/confira-10-procedimentos-para-se-realizar-na-hora-de-um-acidente-de-transito/feed/4
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/qual-o-papel-da-somba-lambda/https://www.xzlianzheng.com/qual-o-papel-da-somba-lambda/#commentsWed, 06 Feb 2019 15:57:02 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=22708Texto: Fernando Lalli Sonda lambda, ou sensor de oxigênio, faz o papel de fiscal da mistura ar-combustível dentro dos cilindros O equilíbrio da mistura ar-combustível na câmara de combustão é determinante para o controle do consumo, emissão de poluentes e extensão da vida útil do catalisador. Por isso, existe uma peça fundamental para que o sistema […]

The post Qual o papel da sonda lambda? appeared first on leaowebc.

]]>

Texto: Fernando Lalli

Sonda lambda, ou sensor de oxigênio, faz o papel de fiscal da mistura ar-combustível dentro dos cilindros

O equilíbrio da mistura ar-combustível na câmara de combustão é determinante para o controle do consumo, emissão de poluentes e extensão da vida útil do catalisador. Por isso, existe uma peça fundamental para que o sistema de injeção trabalhe da forma mais eficiente possível. Localizado entre o coletor de exaustão e o catalisador, a sonda lambda (ou sensor de oxigênio) analisa a quantidade de O2 nos gases expelidos pelo motor e envia essa informação para a unidade de comando da injeção.

Através dessa informação, o sistema regula a mistura ar-combustível injetada na câmara de combustão. Se for constatado alto nível de oxigênio nos gases de escape, é sinal de que a mistura está pobre, mas se houver pouco oxigênio, é indício de que a mistura está rica.

Com esta comparação, a unidade de comando determina se a mistura que foi queimada na câmara de combustão está estequiométrica – ou seja, se as medidas de ar e combustível estão exatas para uma queima perfeita.

Quando a mistura está estequiométrica, além de se economizar gasolina e/ou etanol, o catalisador chega a 95% de efi ciência na conversão de elementos nocivos como CO (monóxido de carbono), NOx (óxido de nitrogênio) e HC (hidrocarboneto) em gases não poluentes.

Para garantir um controle ainda maior, desde 2011, os veículos fabricados no Brasil incorporaram uma segunda sonda lambda ao escapamento, após o catalisador, para avaliar a eficiência na conversão dos poluentes e na correção da mistura.

Outro trabalho da sonda lambda é identificar nos carros flex fuel qual combustível está sendo queimado para ajustar a ignição. Por meio de um mecanismo chamado sensor lógico, a sonda é capaz de identificar o combustível usado e, a partir desses dados, a central eletrônica altera o mapa de injeção e ignição de forma a impedir que o motor apresente pré-ignição ou pré-detonação.

Sensibilidade

A sonda lambda analisa a quantidade de oxigênio nos gases de escape através de um elemento sensor cerâmico feito de dióxido de zircônio, material que permite a passagem de moléculas de oxigênio através de si após ser aquecido por um componente interno chamado “heater” (“aquecedor” em inglês) a 350°C. A passagem do oxigênio pelo elemento gera uma tensão elétrica entre 0 Volt (mistura pobre) e 1 Volt (mistura rica). A informação gerada é passada para o módulo da injeção através de sinais elétricos.

Seja em sistemas de injeção indireta com apenas uma sonda, ou em motores com injeção direta equipados com sondas de “banda larga”, os sensores de oxigênio são dimensionados para uma vida útil de no mínimo 80 mil km. “Quem define o que deve ser instalado e onde deve ser instalado é o fabricante do veículo ou do sistema de injeção. Muitas vezes, um determinado modelo de sonda lambda pode equipar diferentes sistemas de injeção. O que ocorre é que dentro de um mesmo sistema pode haver diferenciação entre sonda pré e pós-catalisador”, adverte o professor de Engenharia da FMU, Fernando Landulfo, consultor técnico das revistas O Mecânico e CARRO.

É importante frisar que essa peça não possui nenhuma forma de reparo a não ser a sua substituição pela peça nova original. Se houver problema na(s) sonda(s), a rotina de autodiagnostico do sistema de injeção detecta e informa, por meio do código de falhas, quando o componente sai da sua faixa normal de funcionamento. “Quando isso ocorre, pode haver problemas de marcha lenta, aumento de consumo e emissão de poluentes”, observa o professor.

Muitos fatores podem provocar um diagnóstico falso de defeito nesse sensor. Entre eles, Landulfo enumera filtro de ar sujo, velas de ignição desgastadas, falha de uma ou mais bobinas de ignição, combustível de má qualidade, entrada falsa de ar, falha parcial de sensores e atuadores, perda de vedação das câmaras de combustão, falta de aterramento, curtos-circuitos ou isolamento de terminais elétricos da unidade de comando de injeção e, até mesmo, entrada de óleo lubrificante nas câmara de combustão (anéis ou retentores de válvulas).

Por isso, a recomendação do especialista é usar combustível de boa qualidade, manter o sistema de injeção e ignição em excelentes condições e checar periodicamente as condições mecânicas do motor.

The post Qual o papel da sonda lambda? appeared first on leaowebc.

]]>
https://www.xzlianzheng.com/qual-o-papel-da-somba-lambda/feed/3
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/velas-para-explosoes-perfeitas/Fri, 18 Jan 2019 16:36:29 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=22456Texto: Fernando Lalli Fotos: Lucas Porto Bom estado de velas e cabos de ignição garante potência máxima e economia de combustível A maneira mais eficiente de economizar dinheiro com seu automóvel é deixar a manutenção em dia. O sistema de ignição influencia diretamente o desempenho do veículo e, com o preço flutuante dos combustíveis, manter velas e […]

The post Velas: Para explosões perfeitas appeared first on leaowebc.

]]>

Texto: Fernando Lalli
Fotos: Lucas Porto

Bom estado de velas e cabos de ignição garante potência máxima e economia de combustível

A maneira mais eficiente de economizar dinheiro com seu automóvel é deixar a manutenção em dia. O sistema de ignição influencia diretamente o desempenho do veículo e, com o preço flutuante dos combustíveis, manter velas e cabos em bom estado pode reduzir o custo de rodagem a longo prazo.

Motores de ciclo Otto podem variar quanto ao modelo e quantidade de bobinas de ignição e quanto à presença ou não dos cabos. Em todos os casos, a vela de ignição trabalha da mesma forma: recebe a tensão elétrica gerada pela bobina – transmitida pelo cabo quando este existir – e converte a tensão em centelha nos seus eletrodos. Essa centelha inicia a queima da mistura ar-combustível formada na câmara de combustão. Quando a mistura está totalmente inflamada inicia-se o tempo da expansão.

Quando velas, cabos e bobinas estão em boas condições e a mistura ar-combustível está na proporção ideal (ou estequiométrica), a combustão da mistura tem tudo para ser a mais eficiente possível e gerar a força para a qual o motor foi dimensionado, sem demandar mais combustível a injeção e emitir poluentes acima do necessário. Lembre-se: essa ação ocorre milhares de vezes por minuto em cada cilindro com o motor em movimento.

Se os componentes da ignição têm algum problema, a queima deixa de ser perfeita e o motor começa a pedir mais combustível para atingir o mesmo desempenho de antes. Por isso, se o seu carro apresenta marcha lenta irregular, falhas nas retomadas, perda de potência ou aumento de consumo, dê uma olhada em velas e cabos.

“Assim como a hipertensão nos seres humanos, a deterioração das velas e dos cabos de ignição é um inimigo silencioso. Ou seja, os sintomas só aparecem quando o quadro já se apresenta bastante grave”, declara o professor de engenharia mecânica da FMU e consultor técnico das revistas CARRO e O Mecânico, Fernando Landulfo. “A resistência elétrica do circuito de ignição vai aumentando à medida que as velas e os cabos vão se deteriorando. Enquanto a bobina (ou as bobinas) de ignição consegue(m) suprir esse aumento de demanda, praticamente nada se percebe. Apenas uma avaliação com um osciloscópio de ignição permite um diagnóstico precoce”, afirma.

Porém, assim que a resistência elétrica atinge valores muito elevados ou o isolamento dos cabos é quebrado devido a trincas por ressecamento, a ignição do motor começa a falhar (seja em um ou mais cilindros). “Como resultado, tem-se um mal funcionamento do motor principalmente na marcha lenta, além de aumento de consumo e emissão de poluentes”, aponta o especialista.

Como evitar problemas?

A inspeção regular de velas e cabos é primordial e deve constar na lista de manutenções periódicas do manual do veículo. Já o período recomendado para a substituição costuma ser um pouco inferior ao previsto para o final da vida útil dos componentes.

Se os planos foram seguidos à risca, a probabilidade de ocorrência de falhas é muito pequena. “No entanto, se o proprietário optar por não seguir os planos de manutenção de fábrica ou se estes não fizerem referência à troca dos componentes, é recomendável a cada 20 mil km uma verificação com leitura via osciloscópio, mais medição da resistência dos cabos e inspeção visual e medição das folgas dos eletrodos”, sugere Landulfo, mas ele aponta que nem toda vela de ignição permite ajuste de folga. “Muitos modelos, principalmente as velas multi-eletrodos, não aceitam ajustes ou medições. Devem ser apenas substituídas quando o período recomendado é atingido”.

Em motores com injeção direta e/ou turbo, os cuidados são exatamente os mesmos, ou seja, trocar na hora certa e utilizar as peças certas. “Cabos incorretos podem sobrecarregar as bobinas e diminuir a sua vida útil, mas as adaptações podem ser desastrosas com relação ao grau térmico das velas. Um erro pode provocar pré-ignição (furo da cabeça do pistão), ou mesmo, o derretimento de parte do cabeçote”, alerta o consultor técnico, deixando claro que um jogo de velas e cabos com a aplicação correta sai bem mais barato que a conta da oficina no pior dos cenários.

The post Velas: Para explosões perfeitas appeared first on leaowebc.

]]>
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/significado-das-luzes-do-painel-do-carro/Wed, 16 Jan 2019 16:18:28 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=22358The post Significado das luzes do painel do carro appeared first on leaowebc.

]]>

Jamais ignore as luzes de advertência que aparecem no painel do seu veículo. Você sabe o que elas significam?

O natal já passou, mas tem carro rodando com mais luzes coloridas no painel do que muita árvore por aí. O perigo é que essas luzes não tem nada de decorativas, pelo contrário: cada advertência tem sua finalidade e muito dificilmente aparecem sem motivo. “É preciso lembrar que a luz espia é uma ferramenta para alertar os distraídos que dificilmente se atentam para os mostradores no painel de instrumentos”, afirma o professor da escola de Engenharia da FMU, Fernando Landulfo, consultor técnico das revistas O Mecânico
e CARRO. Atualmente, já há computadores de bordo que descrevem os problemas em suas telas e até disparam mensagens faladas, mas enquanto nem todo veículo chega a esse nível, é melhor ficar atento ao que pinta de novo no painel do seu carro.

Se você não sabe o que cada luz significa, tenha em mente que a sua cor indica o nível de advertência. Se for uma luz amarela, é melhor
agendar uma visita à oficina, mas se for vermelha, pare – ou mantenha-se parado – até resolver a situação. “Tudo o que acende em vermelho indica condição emergencial. Ou seja, o veículo deve ser parado e/ou desligado imediatamente, sob risco de acidente grave”, avisa Landulfo. Quando as luzes vermelhas indicam problemas mecânicos com o carro em movimento, sempre são falhas críticas que colocam em risco a segurança do veículo e seus passageiros.

Luz - Óleo

Luz indicadora do óleo (acende quando a pressão do sistema de lubrificação cai a níveis críticos, geralmente causados por problemas mecânicos internos no motor ou falta de óleo no cárter).

Luz - Temperatura

Luz de advertência da temperatura (acende quando o motor já superaqueceu). 

Luz - Bateria

Luz de advertência da bateria (acende quando o alternador deixa de carregar)

Luz - Freios

Luz indicadora do sistema de freio (geralmente acende por falta de fluido no sistema ou quando o freio de estacionamento se encontra aplicado).

Luz - Cinto de Segurança

Luz que indica que algum cinto de segurança está desatado.

Luz - Portas

Luz que indica que as portas estão abertas. 

Luz - Assistência Elétrica

Luz de avaria no sistema de assistência elétrica da direção são vermelhas.

Luz - Motor

Luz de advertência do sistema de gerenciamento do motor, por exemplo, aponta que há algum problema ainda não catastrófico, mas que deve ser corrigido na primeira oportunidade. 

Luz - Lâmpada

Luz de advertência de lâmpada queimada. 

Luz - ABS

Luz referente ao sistema ABS. 

Luz - Tração

Luz do sistema de controle de tração. 

Luz - Airbag

Luz de desativação do airbag.

The post Significado das luzes do painel do carro appeared first on leaowebc.

]]>
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/embreagem-confie-no-pe/Mon, 10 Dec 2018 16:23:26 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=22083A embreagem dá sinais de que pode vir a falhar, mas você deve saber interpretá-los Quem tem carro com câmbio manual já sabe: sem embreagem, o possante não anda. É praticamente certo que você também já tenha ouvido alguém mencionar que passou por apuros quando a peça se danificou, ou que seu mecânico já tenha […]

The post Embreagem: Confie no pé appeared first on leaowebc.

]]>

A embreagem dá sinais de que pode vir a falhar, mas você deve saber interpretá-los

Quem tem carro com câmbio manual já sabe: sem embreagem, o possante não anda. É praticamente certo que você também já tenha ouvido alguém mencionar que passou por apuros quando a peça se danificou, ou que seu mecânico já tenha comentado “que era bom conferir o estado da embreagem para você não ficar na mão”. Bem, na verdade se ela falhar, você acabará a pé.

A embreagem é responsável por acoplar o motor e o câmbio de maneira suave. O câmbio, por sua vez, através da relação de marchas selecionadas e do diferencial, transfere a rotação e o torque oriundos do motor às rodas e permite que o veículo se locomova de maneira adequada. “Soltar repentinamente o pedal da embreagem a partir da posição ‘totalmente acionado’, provoca trancos que podem danificar todo o conjunto da transmissão do veículo”, explica Fernando Landulfo, Consultor Técnico e professor de engenharia da FMU.

Outra função importante da embreagem é servir como um “fusível do sistema”, ou seja, proteger a transmissão de sobrecargas, filtrar as vibrações do motor e protegê-lo em caso de falhas no câmbio ou vice-versa.

Dura quanto?

É difícil afirmar acerca da durabilidade de um sistema de embreagem, pois depende de diversos fatores, como o uso urbano sob trânsito intenso e o modo de condução por parte do motorista, por exemplo. Devido a isso, é impossível estipular um prazo para a troca, mas a melhor maneira de identificar um defeito está no seu pé esquerdo, pois somente ele é capaz de identificar alguns sintomas de falha.

Mas o mesmo pé pode ser um causador de falha: “Quando ele fica apoiado (no pedal de embreagem), parte do torque gerado pelo motor é dissipado no atrito entre o disco, o platô e o volante do motor. Ou seja, o conjunto tende a superaquecer e se desgastar prematuramente”, comenta Landulfo.

Há ainda outras falhas comuns, como a mudança da altura do pedal (cada vez mais alto o ponto para seu acionamento), aumento da força em seu acionamento (pedal fica ‘pesado’), dificuldades ao engatar a marcha, ruídos no acionamento, embreagem patinando (ao se tirar completamente o pé do pedal da embreagem a rotação do motor sobe, mas o veículo não acelera) ou trepidando (quando carro começa a “vibrar” ao sair da inércia).

Falhou: e agora?

Caso apresente falha, não há segredo: leve o carro até o seu mecânico de confiança para que ele possa fazer o diagnóstico adequado. Na maioria dos casos, a recomendação é que seja efetuada a troca.

Em sistemas ‘mecânicos’, é necessário conferir o estado do cabo, do tensionador e do atuador (garfo) de embreagem. Nestes, o kit é composto por platô, disco e rolamento. Já nos de acionamento hidráulico, este último componente é substituído por um atuador hidráulico.

Nem sempre a troca é recomendada, mas faz-se necessária uma boa verificação, assim como a análise do fluido hidráulico. Em sistemas semihidráulicos o diagnóstico e reparo é bastante similar aos outros citados. “O atuador hidráulico deve ser substituído quando recomendado pela fabricante do veículo ou quando apresentar vazamento. Se o fluido hidráulico vazar e atingir o disco de embreagem, este ficará contaminado e perderá as suas propriedades de atrito”, diz Landulfo.

Outro cuidado que o seu mecânico deve ter é conferir o estado do volante do motor. “É preciso ter muito cuidado quando se decide tornear o volante do motor. Antes de fazer é preciso saber se essa operação é permitida e, caso seja, quanto de material pode ser removido. Se o volante estiver muito danificado, o melhor é substituí-lo”, finaliza Landulfo.

The post Embreagem: Confie no pé appeared first on leaowebc.

]]>
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/15-dicas-de-manutencao-para-viajar-tranquilo/Fri, 30 Nov 2018 13:29:22 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=21927The post 15 dicas de manutenção para viajar tranquilo appeared first on leaowebc.

]]>

Conheça quais cuidados preventivos tomar com seu veículo antes de sair de férias

Texto: Fernando Lalli
Fotos: Arquivo O Mecânico

A melhor maneira de evitar dores de cabeça nestas férias de verão é fazer a manutenção preventiva do seu veículo antes de pegar a estrada. Cientes disso, listamos quinze pontos que não podem ser esquecidos no check-up preventivo. Confira as informações do consultor técnico das revistas CARRO e O Mecânico, Fernando Landulfo, professor da escola de Engenharia da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), e boa viagem!

 

1) Calibre os pneus quando estiverem frios. Pneus quentes podem fazer o calibrador retirar ar do pneu por ele estar dilatado. Ao esfriar, o pneu ficará com menos ar do que deveria. Lembre-se: pneus murchos aumentam o consumo de combustível, fazem a direção puxar e desgastam de forma irregular, enquanto os muito cheios deixam o carro desconfortável e também se desgastam de forma irregular. Veja no manual (ou no canto da porta do motorista) quais são as pressões recomendadas pelo fabricante do veículo.

3) Abasteça o carro somente em postos de confiança. Mal funcionamento do motor, perda de potência e aumento do consumo são apenas as consequências iniciais de se usar combustível adulterado. Gasolina (ou até etanol) ruim entope o filtro de combustível, impedindo o fluxo da alimentação e, claro, interferindo no rendimento do motor. Além de afetar a bomba de combustível – peça bem mais cara que o filtro. Evite problemas trocando o filtro no prazo correto da fabricante. Se você não souber, adote o período de 20 mil km.

5) Nunca deixe de substituir o filtro de óleo do motor juntamente a cada troca. Fazendo uma comparação chula, é como tomar banho e não trocar as roupas íntimas. Quando está saturado de sujeira, o filtro deixa de reter as impurezas sólidas geradas pelo funcionamento do motor. Nessa condição, o filtro tem uma válvula de segurança para impedir que essa que essa sujeira volte para o circuito, mas o óleo não será mais filtrado, ficando cada vez mais contaminado. Por isso, o melhor a fazer é trocar o filtro a cada troca de óleo.

7) Aproveite também para trocar as palhetas do para-brisas. A troca periódica das palhetas, que se ressecam naturalmente com o tempo, garante uma boa visibilidade em dias de chuva.
São componentes de baixo custo e alta segurança.

9) Respeite o período de troca de velas, cabos e bobinas de ignição. Se desgastados, provocam falhas de ignição e aumentam o consumo de combustível e a emissão de poluentes, diminuem a vida útil do catalisador e da sonda lambda (sensor de oxigênio), além de aumentar a carbonização interna do motor. Se a manutenção for totalmente negligenciada, pode fazer um ou mais cilindros pararem de funcionar, imobilizando o veículo. Não realizar a manutenção preventiva pode danificar ainda a bobina, o catalisador e sonda lambda. “Se o veículo tiver distribuidor, inclua o rotor e a tampa do mesmo. São peças baratas que podem poupar uma grande dor de cabeça”, afirma Landulfo.

11) Utilize sempre o fluido de freio recomendado pelo fabricante do veículo. Se não for trocado no prazo de um ano ou com 10 mil km, fica contaminado com água, que provoca a ebulição do fluido durante longas frenagens. Em trechos de serra, o veículo pode ficar sem freios. “O fluido deve ter coloração clara. Fluidos turvos e escuros já passaram da hora da troca”, afirma o professor.

13) Exceto em emergências, não complete o líquido de arrefecimento com água da torneira. Use sempre o fluido de arrefecimento na diluição correta entre água e aditivo recomendada pelo fabricante do veículo (atenção: alguns fluidos já vêm diluídos). O período de troca varia entre um e dois anos ou o recomendado no manual do veículo. Além disso, sua coloração deve ser clara. Quando sujo, contaminado por ferrugem e sem aditivação, tende a travar a válvula termostática, assim como, prejudicar o funcionamento da bomba d’água.

15) Substitua o filtro de cabine no período correto. O filtro de cabine evita que haja a proliferação de fungos e bactérias que não só contaminam todo o sistema de climatização como podem provocar mau cheiro e trazem risco de doenças respiratórias e alergias. A substituição do filtro também mantém a integridade do sistema do ar condicionado.

2) Fique atento ao desgaste da banda de rodagem do pneu. Preste atenção à marca TWI, ressalto que fica no sulco do pneu. Quando ela coincide com a banda de rodagem, é hora de trocar. “Pneus com 3 mm de profundidade de sulco, apesar de ainda estarem dentro da legalidade, merecem maior atenção”, afirma Landulfo. Além do risco de aquaplanagem em situação de chuva, pneus carecas tendem a furar e se deformar com maior facilidade. Pneus com bolhas, trincas nas laterais ou com excesso de consertos podem estourar e provocar acidentes graves.

4) Troque o óleo do motor no período determinado pela fabricante do veículo. Óleo vencido fica impregnado com impurezas sólidas que desgastam as partes internas do motor e contaminam o combustível, diminuem a viscosidade do lubrificante e sua capacidade de vedação. Isso faz com que o óleo passe pelos anéis do pistão e seja queimado na câmara de combustão, o que aumenta a emissão de poluentes, prejudica o catalisador e a sonda lambda. Isso sem falar na grande possibilidade de formação de borra, que entope as galerias de lubrificação causando graves danos ao motor que pode repentinamente parar. Se o seu carro só trafega na cidade, há outro agravante: adote o período de troca de óleo previsto para uso severo ou extremo. Trânsito urbano desgasta mais o carro do que o rodoviário em todos os sentidos.

6) Aproveite a parada e substitua também o filtro de ar. Uma peça barata que, se for trocada preventivamente, pode prevenir incômodos como baixo rendimento, desgaste antecipado do turbo, marcha lenta irregular, alto consumo e excesso de emissões. Um filtro de ar em bom estado colhe as impurezas contidas no ar aspirado pelo motor e enviado para a câmara de combustão, e evita que impurezas sólidas contaminem o óleo lubrificante e danifiquem as peças internas, fazendo o motor consumir mais e queimar óleo lubrificante, diminuindo sua vida útil.

8) Não fique no escuro: troque as lâmpadas preventivamente. As lâmpadas tendem a enfraquecer com o tempo, diminuindo a sua luminosidade, observa Landulfo. Trocá-las preventivamente garante proteção contra queimas inesperadas. Mas evite comprar produtos muito baratos, de qualidade duvidosa, e que não terão tanta durabilidade. Por outro lado, não abuse: lâmpadas mais fortes do que as originais podem prejudicar seriamente o sistema elétrico do veículo.

10) Sempre prefira trocar os elementos de desgaste do freio. Mais importante do que fazer o veículo andar é fazê-lo parar. Pastilhas e lonas de freio em fim de vida útil tendem a fazer o pedal de freio baixar, dando a impressão de falta de fluido. Discos e tambores de freio excessivamente gastos apresentam o mesmo sintoma das pastilhas excessivamente gastas, por isso, sempre opte pela troca. No caso de uma frenagem brusca, o carro pode simplesmente não parar. “Para que rodar com um freio ruidoso, com vibrações e que pode falhar a qualquer momento? Essas peças são baratas, porém de extrema importância no conforto e segurança do veículo. A prevenção é o melhor remédio.”, pondera o especialista.

12) Peça ao seu mecânico para inspecionar molas e amortecedores. Quem suporta o peso do veículo e sua carga são as molas. Quando se desgastam por fadiga, o veículo tende a abaixar. Se não trocadas, sobrecarregam os amortecedores e diminuem suas vidas úteis. Já a função do amortecedor é reduzir as oscilações da suspensão e com isso manter as rodas em contato com o solo. As fabricantes estimam que um amortecedor dure de 40 a 60 mil km, dependendo da peça e do piso sobre o qual o veículo roda: quanto mais regular, maior será a sobrevida. Vazamentos, ruídos (batidas) e falta de eficiência em piso irregular podem indicar o fim da vida útil da peça. “Amortecedores novos montados com molas cansadas se desgastam mais rápido. Além disso, a troca dos batentes, coxins e rolamentos do amortecedor evita ruídos na suspensão. A troca é sempre do conjunto completo”, recomenda Landulfo.

14) Não viaje com bateria velha. Quando não consegue mais segurar carga, a bateria pode causar falhas de ignição, de injeção e prejudica o funcionamento dos demais sistemas, incluindo o alternador. Nesses casos, fazer o motor pegar no tranco pode tirar uma correia dentada de ponto ou danificar o sistema de transmissão. Da mesma forma, partida com bateria auxiliar (chupeta) pode danificar o alternador ou o gerenciamento eletrônico do veículo se não for feita do modo adequado. “Antes de viajar é recomendável procurar um mecânico especializado e fazer um teste de descarga na bateria, fuga de corrente do veículo e recarga do alternador. Uma prevenção que pode poupar o usuário de uma cara dor de cabeça. “Os socorros são caros”, adverte Landulfo.

The post 15 dicas de manutenção para viajar tranquilo appeared first on leaowebc.

]]>
leaowebc - dicas - leaowebchttps://www.xzlianzheng.com/entupiu-o-filtro-dpf-e-bom-conferir-o-diesel/Tue, 18 Sep 2018 17:15:50 +0000https://www.xzlianzheng.com/?p=20725Modelos diesel oferecem algumas vantagens, mas cuidados devem ser tomados quanto ao combustível utilizado Você já parou para pensar qual é o tipo de diesel que você utiliza em seu carro? Bom, se você não sabe, é importante tomar conhecimento que existem, pelo menos, dois tipos de diesel comercializados nos postos: o S10 e o […]

The post Entupiu o filtro DPF? É bom conferir o diesel appeared first on leaowebc.

]]>
Modelos diesel oferecem algumas vantagens, mas cuidados devem ser tomados quanto ao combustível utilizado

Você já parou para pensar qual é o tipo de diesel que você utiliza em seu carro? Bom, se você não sabe, é importante tomar conhecimento que existem, pelo menos, dois tipos de diesel comercializados nos postos: o S10 e o S500. O S500 indica que o diesel tem 500 miligramas de enxofre por quilograma de combustível.

O filtro de particulado (DPF) é um item vital para o funcionamento
do sistema e, em contrapartida, garante que o material particulado proveniente da queima não vá para o meio ambiente

Por sua vez, o S10 contém apenas 10 miligramas de enxofre na mesma quantidade de amostra. Mas, como identificar o tipo de diesel na hora abastecimento? Esta resposta até que é simples, basta olhar a cor: o S500 tem coloração avermelhada; já o S10 tem um tom de amarelado para incolor.

Qual devo utilizar?

De acordo com dados divulgados pela ANP, se você tem um veículo fabricado até 1º de janeiro de 2012, você pode utilizar um diesel S500 sem se preocupar, pois a tecnologia empregada na fabricação do sistema de alimentação do seu carro comporta este combustível.

No entanto, todos os modelos fabricados após este período devem utilizar o S10.

Mas, isso não impede de que veículos fabricados até 1º de janeiro de 2012 possam utilizar o diesel S10. Muito pelo contrário, isso traz uma série de benefícios, como:

– melhoria na partida à frio, devido ao índice de cetano de 48, contra os 42 do S500;

– redução da emissão de fumaça branca;

– redução na formação de depósitos na câmara de combustão.

Com um diesel mais puro, diminui-se a incidência de impurezas e falhas no sistema de alimentação de combustível, além de possibilitar a redução das emissões de material particulado em até 80% e de óxidos de nitrogênio em até 98%.

É aí, no ponto que trabalhamos a emissão de material particulado que entra um personagem muito importante nos veículos à diesel modernos, o filtro de partículas diesel, ou DPF.

O que é e como funciona?

O filtro de partículas diesel pode ser identificado também DPF ou FAP, e tem a missão de atuar como “purificador” no sistema de escapamento do veículo, reduzindo ao máximo a emissão de fuligem dos gases de escape de um motor diesel.

Por dentro, porosidades
“filtram” a fuligem antes que ela saia pelo escapamento

Para entender melhor, no DPF (como costuma ser conhecido comercialmente), a fuligem passa por porosidades de aberturas variadas dentro do filtro, geralmente fabricado em cerâmica (ou material metálico) e acabam ficando presas. Essa fuligem acumulada no filtro de particulado (DPF) é então regenerada passivamente, quando os gases de escape atingem a temperatura mínima de sublimação; ou ativamente, onde pode ocorrer a injeção secundária de combustível até que os gases atinjam temperatura de sublimação da fuligem. Assim, o filtro consegue eliminar até 85% da fuligem expelida pelo sistema de escapamento.

Manutenção

Antes de abastecer o seu carro, é bom conferir se o combustível é S10 ou S500, pois isso interfere
diretamente na durabilidade do filtro DPF.

Como todo filtro que retém impurezas, o DPF precisa de cuidados. Algumas fabricantes recomendam a troca do componente em períodos entre 80.000 km e 200.000 km, ou quando detectado que o filtro não consiga mais se regenerar por qualquer motivo.

Trafegar em trechos urbanos com trânsito pesado, ou usar o veículo poucas vezes e em trajetos curtos, faz com que o filtro não atinja a sua temperatura ideal para regenerar as partículas presas nele, fazendo o carro perder rendimento e elevando o consumo de combustível.

Outros fatores que levam o DPF a falhar é a utilização de um combustível com alto teor de enxofre (S500), utilização de lubrifi cante fora da especificação recomendada pelo fabricante e até alterações nas programações originais das centrais de injeção eletrônica, tornando o carro mais potente e, consequentemente, interferindo no funcionamento original dos componentes de controle de emissões.

 

The post Entupiu o filtro DPF? É bom conferir o diesel appeared first on leaowebc.

]]>
leaowebc Mapa do site

1